É sempre assim, o amargo, doce e insaciável desejo. Qual é literatura que ainda não fiz entre suas pernas, por dentro delas, por elas e com elas. Depois do sexo havia sempre o cigarro, o álcool era antes... As tinha Coldplay, ou Ramones. Mas eu amava mesmo era quando era o “falso brilhante” da Elis Regina, e olha que agüentamos o cd todo, e sempre repetia. Era lindo e utópico Eu, você e a Elis, sempre gentil! Amor mais uma dose de rum? Amor mais cigarro? Amor e essas marcas? Às vezes eram socos, dói, marcava, deixa roxo a minha pele pálida, mas eu amava aquela agressividade que o álcool causava nele. Aquela agressividade de quando me dominava na cama, e dizia com aquele cara de safado “vira é minha vez” – eu ria. Sempre ri. Era tão animal dois homens deitados numa cama, e dizendo que faziam amor. E alguém faz amor? Às vezes eu transava, e tinha dia que jurava que era fazer amor. Nunca vai fazer diferença. Só diferenciava o falso brilhante na minha boca, e aquele gosto que me leva quase ao vomito, mas a expressão dele era doce, e o gosto logo tornava doce. Até o salgado torna-se doce quando é amor.
Para todos nós:

- que leitura gostosa... de verdade. :)
ResponderExcluirinteressante mente julgável.
ResponderExcluira inteligência de poucos tornam uma leitura um ato de nobreza.
http://johnnydeppbrasil.blogspot.com/
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